Harry Potter was a highly unusual boy in many ways. For one thing, he hated the summer holidays more than any other time of year. For another, he really wanted to do his homework, but was forced to do it in secret, in the dead of the night. And he also happened to be a wizard.

Posted 10 April 2012, 1 month ago | 5,648 notes | reblog this post
(originally pottyandweasel / via bloodyjade)
Pode brigar comigo. Desligar o telefone na minha cara. Não me procurar durantes dias. E me fazer morrer de saudade em todos eles. Pode desmarcar ou não aparecer no nosso encontro. Não atender minhas ligações. Ignorar minhas mensagens. Pode reclamar se eu cobrar demais a tua atenção. Pode ficar chateado se eu sentir algum ciúme bobo de alguma das tuas amigas. Reclamar das minhas manias. Da minha risada alta. Do meu grude. Da minha insistência. Pode dizer que não me quer mais. Que quer espaço. Que tá cansado. Que passou pela tua cabeça desistir. Pode me mandar embora. Ou ir embora. Mas, volta? Volta sempre. Desmente o que me disse nos momentos de raiva. Diz que nunca desistiria de nós. Ou que por mais que você tente, não consegue. Porque sabe que sou eu o teu amor. Volta. Volta de surpresa, quando eu menos esperar. Volta naquela mensagem de madrugada que eu só vou ler pela manhã. Volta naquela ligação durante a noite, enquanto eu penso em você, sentindo sua falta. Volta. Da forma que você quiser. Fica longe por algum tempo se precisar. Mas depois, vem para perto. E fica sempre.
Plenitude. (via keepcall-m)
Posted 10 April 2012, 1 month ago | 2,650 notes | reblog this post
(originally p-l-e-n-i-t-u-d-e / via its-addiction)
Posted 24 March 2012, 2 months ago | 318 notes | reblog this post
(originally jenpero / via yourbitchbellatrix)
Posted 24 March 2012, 2 months ago | 7,210 notes | reblog this post
(originally listenlikespring / via yourbitchbellatrix)
Posted 24 March 2012, 2 months ago | 19 notes | reblog this post
(originally profetadiariohp / via profetadiariohp)

smileworld:

Mas eu sempre vou sentir sua falta. Nem mesmo que eu não lembre de você todos os segundos como sucessivos dias. Mesmo que você continue fazendo o que faz. Pisar, depois agir como se não houvesse destruído parte nenhuma de mim sendo que posso ver nos seus olhos que você enxerga que faz isso comigo constantemente. Até mesmo se você não sentir falta de mim nem se quer uma pontinha do dia. Mas eu sei que você vai sentir. Mesmo que seja apenas um pouco. Seja uma saudade dolorosa, apertada, de felicidade ou qualquer outro tipo. Eu sei que vai. Pois nós sempre sentimos a falta um do outro. É sempre assim. Ficamos naquele jogo totalmente infantil de indiretas, as vezes nos encaramos na rua depois viramos o rosto fingindo que nem visualizamos um ao outro. Ligamos as 4 da manhã no celular, ou mandamos uma sms pronunciando o nome de outro alguém, só pra fingir que foi puro engano e engulimos a saudade e inventamos qualquer desculpa que não é convincente pra nenhum dos dois. Pois o que somos, o que fomos e o que sempre seremos, é unico. É insubstituível. É de um jeito nosso e de jeito de mais ninguém. Larissa R (smileworld)

Posted 16 March 2012, 2 months ago | 453 notes | reblog this post
(originally smileworld / via smileworld)

Não tem como não olhar para trás. Não tem como não lamentar, como não preservar uma esperança maldita de que as coisas tomem outro rumo. Nós prometemos ser tanto e agora somos meio que um nada sem graça, sem total compatibilidade com as expectativas. Você nunca esperou nada de mim, nadinha, e ainda assim, mesmo que boa parte tua insista em negar, você se apegou, gostou, quis, esperou. Amou. E por eu ter desejado até o seu dedo mindinho, te digo que sinto muito. De verdade, eu realmente sinto, demais, incessantemente e exaustivamente, o fato de termos nos perdido por culpa do nada. Por não saber o que nos fez cair num abismo sem fim. E eu sei que você também se mantém assustado por conta disso. Pela falta de palavras, explicações; por não sabermos justificar, e ainda assim, por não conseguirmos mais voltar atrás. Talvez tenha sido essa tua mania besta de manter sempre o mesmo discurso que envolve esse teu medo infantil de se entregar, de se jogar. E desde o começo eu soube disso, e mesmo assim, fiz as coisas ficarem fora de controle. Mexi com nossa instabilidade, baguncei a tua vida, te afetei com a minha frieza por não saber me apegar. Mas independente disso, eu te amei. E sei que é tarde para te informar disso, mas te quis. Te adorei. Te desejei. Me importei. Me destruí.  Não haja como se eu não tivesse lutado para que nós déssemos certo. Você sabe que eu fiz de tudo, mesmo quando você sempre fez questão de estampar que, nunca, jamais, iríamos pra frente. E realmente, veja só… Você tinha razão. Pra ser sincera, você sempre esteve certo. O tempo todinho. Em todas as coisas que você me fez acreditar. Nós não fomos feitos para dar certo. Nem aqui, nem no próximo século. Nós não somos compatíveis; não somos o típico casal que possivelmente tem um futuro pela frente. E não só pelo fato de sermos completamente errados, mas sim porque não era para ser. Só não se arrependa. Da gente.  Eu sei que valeu a pena, e você também, então, por favor, não se esqueça de nós dois. Guarda essa pra você: eu fui feliz, o tempo todo, mesmo negando, mesmo tentando provar o contrário, tentando te deixar com culpa. Eu sinto a sua falta. Você vai sentir a minha também. Germana K. (icanbeyourcocaine)   

Posted 16 March 2012, 2 months ago | 1,030 notes | reblog this post
(originally icanbeyourcocaine / via icanbeyourcocaine)

fighte-r:

Aquelas várias coisas que deverias saber e não sabes

É estranho, não saber como me sinto em relação à ti. Em relação a te perder para alguém que nem ao menos sabe o que quer da vida, quem quer na vida. Mas tu sempre gostastes das indecisas, das que não seriam capaz de te enfrentar de nariz empinando e palavras afiadas. Sempre tivestes medo das intensas também, as que seriam imprudentes com as palavras e poderiam te machucar sem querer. Não foi preciso uma palavra tua para eu ver todas estas coisas, eu te conheço muito mais do que tu pensas, do que um dia irás imaginar. Eu sei dessa tua fraqueza, quem é tua fraqueza, e do que tens medo. Eu sei daquelas coisas que não tens coragem de admitir, de falar por soar idiota, só mais um que as pessoas possam pisar em cima. 

Eu sempre gostei das pessoas que carregam cascas duras por ai, pois posso me identificar com elas. Posso decifrar elas sem algum esforço. Pessoas que gostam que os outros saibam que estão sempre mal são um verdadeiro porre. Eu já fui um verdadeiro porre. Fútil. Desesperada. E tu ainda trazes este lado ruim de mim. Sempre trouxestes o pior lado de mim. Mas enfim, sempre gostei de ti, porque parecestes sempre entender, mesmo nunca entendendo, o por que de as coisas serem tão complicadas quando tem a ver com problemas pessoais. Problemas consigo mesmo.

Nunca foi minha intenção fazer todas aquelas coisas, provocar todas aquelas brigas. Nunca foi minha intenção jogar toda a culpa em cima de ti… porque não foi. Tu fostes gentil, quando não mereci. Entendestes a situação, mesmo não havendo nada a entender. Na verdade, eu nunca fui de merecimento teu, e talvez seja por este mesmo motivo que nunca me senti boa o suficiente. Nem mesmo para aquele pingo de confiança, aquela pequena linha que tu tens comigo. E isso é uma das coisas engraçadas sobre nós. Ah, perdão, quis dizer, sobre mim e ti. Eu sempre confiei em ti, mais do que algum dia serás capaz de confiar em mim. E eu também acho engraçado, ficar querendo toda esta confiança quando não sou merecedora dela. Aliás, eu sempre estraguei todo motivo bom que existisse para confiares em mim.

Eu gosto de dizer teu nome, pronunciá-lo como se realmente devesse haver um nós. E deveria, mas isso com certeza nunca passou por essa tua cabeça oca. Nunca, por um milésimo de segundo, passou que eu poderia ser o melhor para ti, a única que não te machucaria. Mas de novo, estou errada. Claro que te machucaria, eu… eu não presto. Eu vou duvidar de cada coisa que me disseres, e também vou implicar com o teu jeito de fazer tudo, e acima de tudo vou te tirar do sério. Cada segundo, de cada dia. Tu sabes, tu querendo ou não, me conhece. Sabe respeitar o meu espaço quando quero ficar sozinha, sabe calar a boca quando quero silêncio. E acima de tudo, sabe ser uma companhia boa para alguém que não sabe o que fazer. Eu nunca soube o que fazer, eu sempre fui a determinada perdida. Perdida totalmente por ti.

Eu queria poder olhar dentro de teus olhos castanhos, e mentir. Não sentir nenhum pouco de remorso. Ou quem sabe, simplesmente largar a verdade e não ficar me preocupando. Não ficar me sentindo mal porque posso ter te machucado, da forma que for, direta ou indiretamente. Eu não quero te ver sofrendo, porque não mereces. Nunca merecestes. Tu não precisas de ninguém desistindo, ou mentindo para ti. Aliás quem faria esse tipo de coisa? Somente alguém cego demais para ligar os pontos e ver que tu és a pessoa que mais será capaz de se importar, de querer o bem dela, ou dele. Mas desejar algo, não significa que esse algo vá acontecer, e parece que tu só cai nesse tipo de… dor.

Mas, eu só queria que a minha tranquilidade soubesse o que significa para mim. O quão importante é poder vê-lo sorrindo, mesmo que eu não esteja envolvida nisto. O quão bom é vê-lo de bom humor, ou rindo, ou despreocupado. Ou até mesmo parado em seu canto, observando os outros. Eu queria que não desconfiasse tanto de si mesmo, e pudesse se ver como eu o vejo. O que provavelmente só aumentaria o seu ego, mas não faz mal, a este ponto já estaria muito bem acostumada com ele. Eu queria que soubesse que minha preocupação é a mais genuína de todos, assim como o meu… amor. Quanta relutância em escrever essa simples palavrinha, quanta dela dentro de mim. De qualquer jeito, eu quero que tu te cuides, fiques mais esperto. Por favor, pensa nisso. Pensa em todas as coisas que eu te disse de brincadeira, porque a última coisa que foram, foi brincadeiras. Desculpa por tudo. Eu… eu te amo. Camila Reis

Posted 4 March 2012, 2 months ago | 19,839 notes | reblog this post
(originally itsburied / via minhavidasemti)

Não me ignore quando eu estiver te ignorando, caralho.

Posted 4 March 2012, 2 months ago | 35,120 notes | reblog this post
(originally negati-var / via beatriz-favato)
Aquela que gosta mesmo é de mudar, de ser diferente. Gosta de querer o que está fora de seu alcance, gosta do impossivel, do platônico.
Algumas vezes até parece que ela gosta de sofrer, mas a verdade é que ela gosta de tentar, se arriscar e se fuder se for necessario.
Aquela que precisa mesmo acreditar, precisa sentir mais, precisa ser mais feliz.
Tudo bem tudo bem, nem eu me entendo direito, mas tente, afinal, eu estou tentando...

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; alguns detalhes originais dameiopasso, heyilove e elasocurtejackdaniels; não copie, pf ):
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